PETianas

LuísaFoto pro PET Brandão. Sou brasiliense, curiosa e antes de tudo uma apaixonada. Desde pequena tive curiosidade sobre os animais, sobre como eles podem ser espertos e companheiros, e então me apaixonei por eles e logo decidi que comê-los poderia não ser o caminho certo para essa nova relação, foi assim que comecei essa caminhada de questionar sobre nossa sociedade: por meio do vegetarianismo. Logo que cresci me aproximei mais das pessoas e percebi que elas não eram iguais, e, como uma curiosa nata, quis conhecer sempre mais e mais sobre suas histórias e suas realidades. Novamente, percebi que havia algo de estranho por ali, percebi que as pessoas não eram igualmente respeitadas e sequer tinham as mesmas oportunidades, então conheci várias lutas que procuravam trazer mais força, voz e oportunidades pra estas pessoas, e me apaixonei, me apaixonei perdidamente pelas mulheres brancas, negras, trans das lutas feministas, me apaixonei pelos homossexuais, pelas bissexuais, pelos homens trans,
pelos homens negros, pelos índios e orientais e todas essas pessoas que carregam, e são em si, um mundo novo e que está logo ali, pronto pra ser descoberto. E desde então este é meu caminho, me apaixonar, me aprofundar e me envolver com as tantas diversidades que este nosso mundo nos oferece, seja por meio das pessoas, dos lugares, da nossa alimentação, dos nossos costumes ou da nossa cultura, porque eu sou uma pessoa muito curiosa, mas, antes de tudo, eu sou uma apaixonada.

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brenda

Íris Leonhardt Pavan nasceu em Mococa, interior de São Paulo, há cerca de duas décadas, mas logo iniciou uma série de mudanças que a levariam até a capital federal como último ponto de sua trajetória. Nessa jornada, passou pelo Sudeste, Nordeste e Centro-oeste, conhecendo um pouco da diversidade que compõe nosso país, assim como as desigualdades que o perpassam. Por conta do seu interesse nessas diferentes configurações sociais e políticas, optou pelo curso de Ciência Política e ingressou na Universidade de Brasília no 2º semestre de 2012. Dentro do ambiente universitário, integrou, durante os anos de 2014 e 2015, o Projeto Politeia. Também em 2015, passou a fazer parte do PET/POL. Durante o primeiro semestre de 2016 realizou intercâmbio acadêmico para a Universidade do Algarve, em Portugal. Seus principais temas de interesses incluem gênero, democracia e estudos legislativos.

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28412224335_e451904403_o (3)Ícaro Felipe nasceu em um ano qualquer da década de 1990 e se criou entre as linhas periféricas que formam o Distrito Federal. Decidiu se aventurar durante alguns meses no curso de comunicação social em uma faculdade de Brasília, onde pretendia ter habilitação em publicidade e propaganda, mas percebeu que seus verdadeiros interesses consistiam nas relações de poder entre os atores sociais, os meios de comunicação e as formas de governo.

No segundo semestre de 2013 ingressou na Universidade de Brasília e se encontrou dentro do curso e nas possibilidades, mesmo que restritas, que lhe foram apresentadas. Participou da Empresa Júnior do curso, simulou como deputado na Câmara dos Deputados e entrou no PET/POL no primeiro semestre de 2015. É deslumbrado com a teoria política, principalmente no que diz respeito as teorias da democracia, representação política, elites políticas e as relações de interesse e de poder dentro dos sistemas políticos. Por necessidade de sobrevivência e transformação se reconhece de esquerda e luta contra opressões que assolam grupos minoritários e vulneráveis, apesar de ter uma militância mais didática.

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Luís Augusto de Brito França: “… antes de tudo um forte.” (CUNHA, Euclides).

De direita e liberal por convicção. Paraibano e admirador da cultura nordestina.

Área de interesse: Política, movimentos sociais e governança da água.

Pesquisa em desenvolvimento no PET/POL: Qual a influência do Fórum Mundial da Água na construção da agenda institucional da ANA (Agência Nacional da Água).

Tema de pesquisa: Uma Análise comparada sobre o acesso à água, entre a região Sudeste e Nordeste, através das formas de mobilização e ações coletivas da sociedade civil.

Estudo de caso: Uma análise comparativa das agendas, ações diretas e recursos de mobilização entre a Aliança pela Água e a ASA (Articulação semiárido Brasileiro)

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Screen Shot 11-23-15 at 01.30 PMSefou Mouahamdou Dine Ahannougbe, 25 anos nativo do Benin (antigo Daomé). Nasceu na cidade “Ekpè” onde ele fez ensino básico e fundamental, antes de mudar-se para a Capital Porto-Novo onde ele fez o ensino médio até concluir na área literária. Mudou-senovamente para A cidade Calavi onde ele cursou “Direito” com ênfase nas Relações Internacionais e “Inglês” na Université d’Abomey-Calavi “UAC-Benin” até o penúltimo semestre no início de 2013.

Em março de 2013, veio ao Brasil através do programa PEC-G (Programa Estudante Convênio Graduação) que é um programa de cooperação entre Brasil e seu país entre outros, coordenado pelo MEC. Tendo Francês como língua oficial de seu país de origem (não sendo língua materna), teve que fazer seis (06) meses de curso de português na Universidade Federal da Paraíba UFPB em João Pessoa, para, em seguida, fazer a prova de proficiência em português para estrangeiros, na qual ele foi aprovado no final de 2013. Em março de 2014 foi começar seu curso, o qual seria “Letras” segundo a indicação do MEC, mas que acabou mudando para “Ciência Politica” tendo sido moldado pelo seu conhecimento em direito, e seu interesse em conhecer mais sobre as relações de poder existente nas sociedades, a curiosidade de entender o que se esconde por trás da gestão dos países de seu continente “África”.

  Não compartilha a ideia segundo a qual um governo internacional (abstrato) esteja lutando pela paz no mundo. Acredita que instituição internacional como a ONU é uma arma usada pelas potencias para destruir os fracos. Acredita que a educação é “o software principal para a criação de um bom futuro cidadão, e educar inculcando formas de respeito, de aceitação do seu próximo como ele é, melhor ainda”. Simulou na Câmara dos deputados, simulou no AMUN, é extensionista pelo Politica na Escola, e enfim, no PET. Viciado em moda e dança.

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Natália Oliveira. Pessoa que adora traçar metas e objetivos, mesmo aceitando as mudanças que podem vir a acontecer sendo elas por vontade própria ou não. Iniciou sua graduação na Universidade de Brasília onde passou uma temporada incrível de 3 semestres cursando Serviço Social, que lhe possibilitou sanar inúmeras dúvidas que tinha sobre o mundo e sobre si mesma. Após esse 1 ano e meio, finalmente conseguiu entrar no curso que almejava desde a época do ensino médio, Ciência Política, qual tem se encantado e se empolgado cada dia mais, permitindo novas experiências, uma delas o PET. Muito mais observadora e questionadora sempre matutando ideias, tem buscado cada vez mais expor seus pensamentos e buscar compreender as tantas coisas que a afetam e que afetam os outros também, em especial como essa sociedade nos atinge de forma tão singular e tão parecida. Curiosidade em estudar sobre o Estado e suas várias facetas e como atinge o povo negro, está aí uma meta que pretende amadurecer.

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Fernanda César, 20 anos, basicamente um zumbi vivendo de 4 horas diárias de sono. Está no quinto semestre, há quase dois anos na organização do Politeia e entrou no PET no final de

2016. Escolheu Ciência Política por que devorou os livros da Hannah Arendt no ensino médio, mas hoje em dia é muito mais ligada aos trabalhos legislativos do que às teorias políticas. Mas ainda assim sente grande atração aos debates envolvendo as minorias e a violência de Estado. Ama séries, o café a faz dormir e adora Ana Carolina!

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15621789_1157584674349441_7976673553198797085_n Bruna Correia, 21 anos, entrou na Universidade de Brasília no segundo semestre de 2015 para cursar Ciência Política, uma área que todos os dias a faz pensar melhor no próximo. Capricorniana mas com o coraçãozinho quente, se interessa por estudar movimentos sociais e seus impactos no Estado, democracia, gênero, classes sociais e instituições.

Sempre buscando um maior contato com a universidade e seus segmentos, participou do projeto Política na Escola, extensão de ciência política, durante o ano de 2016. No segundo semestre do mesmo ano, entrou para o grupo de pesquisa PET/POL, a fim de se aprofundar nos seus assuntos de interesse. Atualmente, faz parte também da extensão Politeia, mais uma extensão do curso.

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Thawany Gomes, 19, nascida em terras Goianas, porém desde muito novinha vem sonhando e devaneando na Capital Federal. Como Heráclito, ela acredita que nada é definitivo, exceto a mudança; vem buscando de vários modos conhecimentos que a ajude a se reconstruir a todo instante.  

Antes de ingressar na Ciência Política se aventurou em diversas áreas do conhecimento por meio de olímpiadas Cientificas. Através delas, pressurizando foguetes descobriu e cultivou uma enorme paixão pela astronomia e astronáutica, daí também, estudando os conflitos geopolíticos presentes nesses campos acendeu-se uma vontade de se aprofundar na geografia onde conquistou, além do conhecimento, uma medalha de bronze na olímpiada nacional. Fato que a motivou a buscar compreender as causas e os fenômenos desses conflitos, levando-a para a Ciência Política.

Ingressou na Universidade de Brasília em 2016 e em seu segundo semestre de curso juntou-se ao PET, onde busca complementar seus conhecimentos para tentar compreender todos esses fenômenos políticos e sociais que nos cerca, afim de, no caminho encontrar-se  e reconstruir-se.

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IMG-20161025-WA0051Lorena Ornelas teve a epifania de cursar Ciência Política numa aula do ensino médio sobre Platão e, ironicamente, ainda não cursou Teoria Política Clássica. Gosta de comédias românticas água com açúcar, que não precise lembrar que tem cérebro por umas 2h, tomar chá em dias frios e o ronronar de seus três gatinhos, acha flor colhida do pé o clichê mais lindo de todo o cardápio de clichês. E, gosta também de dançar até não sentir a sola do pé. Sobre interesses acadêmicos, os assuntos que mais lhe desperta a curiosidade são a relação do desapontamento com o Estado e a fuga para o pensamento liberal, a relação entre conservadores e liberais, o estudo sobre capitalismo e patriarcado, com o enfoque em violência e desigualdades. Por ironias da vida, talvez estude outras coisas, assim como o fato de ainda não ter feito Teoria Política Clássica.

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Brenda Ondina. Pessoa meiga e amável, carinhosa e divertida, 21 aninhos de puro amor e pôneis. Adoro uma caminhada ao ar livre em um lugar bem florido, com muitas crianças. Amo acordar cedo final de semana e me exercitar. E tudo que eu disse anteriormente é mentira. A verdade é que eu moro longe que só da universidade e tenho insônia, então estou sempre cansada e de mau humor e não gosto da UnB. Meu curso de origem é Ciências Sociais, mas mudei pra Ciência Política, e acho que vou morrer sem saber se foi uma boa escolha. Você deve ta se perguntando, mas essa menina não gosta de nada? Gosto de um bom bar com os amigos, de uma festinha pra rebolar o popô, e de comer muito. No fundo eu devo ser uma pessoa boa, só não muito calma sabe.

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Pedro Paulo. Cursando ciência política desde o segundo semestre de 2014, gosto de temas relacionados ao Estado e marxismo, bem como tenho um crescente interesse por política ambiental e ecologia.

Entrei no PET Pol procurando uma experiência na graduação que fosse diferenciada da estrutura de ensino em sala de aula e acho que estou achando o que procurava!

Entre outros, também tenho interesse em linguística e música.

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Joaquim Fernandes. Sou petiana mesmo e ninguém vai me segurar, daquele jeito.

 

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4 comentários em “PETianas

Adicione o seu

  1. gostaria de ter acesso aos vossos artigos cientificos, especialmente os que versam sobre africa e muito particularmente sobre a regiao austral de Africa.

    1. Olá!
      Por favor entre em contato conosco em nosso email: petpol@gmail.com
      Não temos produções específicas sobre isso agora, mas sim uma pesquisa, ainda em fase de desenvolvimento. De qualquer forma, seu autor pode indicar algumas referências. Aguardamos seu email!
      Aliás, leia nosso último artigo, do Delton Muianga, sobre a SADC: https://petpol.wordpress.com/2011/01/12/sadc-%E2%80%93-plano-falho-%E2%80%9Cas-leis-servem-apenas-para-a-elite-da-regiao-%E2%80%9D/
      Atenciosamente,
      PET/POL

      1. Prezado Micas,

        seguindo a recomendacao acima, sim eu posso desponibilizar diferentes bibliografias sobre a analise politica da Africa Austral, é so mandar um email para o PET/POL a solicitar.

        Delton Muianga

    2. Prezado Micas

      obrigado por ter vistado o nosso site, eu estou neste momento produzindo um artigo sobre Africa Austral (seguranca) e espero que logo tiver termido procurarei meios de compartilhar com voce

      Delton

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