O que há entre Políticas de Gênero e Democracia?

O debate acerca da construção democrática coloca em suspensão algumas questões críticas sobre a participação dos diversos envolvidos no processo de institucionalização e de pleno funcionamento da dinâmica democrática. Vitullo, ao estudar sobre transitologia, sugere que as mudanças estruturais ocorridas em países com um histórico de formação autoritária de governo em direção a uma democracia são sempre alvos de análises as quais tem como pressuposto uma concepção minimalista de democracia. Isso significa, de começo, que a análise dos fenômenos de transição e de consolidação democrática irão relevar a participação de múltiplos atores em diferentes arenas sociais, resguardando primazia para a dinâmica das elites partidárias num contexto de “normalização das instituições políticas” (Vitullo, p.56).

Ora, a concepção minimalista reconhecida por Vitullo muito se assemelha com a tradição da “democracia concorrencial” de Schumpeter ao entender que consolidação democrática seria o “estabelecimento de regras e procedimentos que garantam a alternância rotineira do poder entre rivais eleitorais” (Vitullo, p.56). Com isso, a própria característica intrínseca da “democratização social”, que é a visualização das complexas dinâmicas entre atores, interesses e percepções num contexto muito mais amplo que da eleição, deixaria de ter importância. Seria, por fim, menosprezar a racionalidade dos grupos que compõem a sociedade democrática e superestimar a racionalidade dos partidos e da conseqüente elite política. Assim, a concepção minimalista de democracia tem por foco a dinâmica procedimental e institucional elitista típica, a saber, é excluídos da análise tudo aquilo que dá movimento à democracia porém que se encontra fora da dinâmica formal do poder.

Isso, nitidamente, cria problemas tanto de ordem estrutural quanto da dinâmica social mais fluida. Quando tem-se como perspectiva, por exemplo, a construção democrática, de um lado, e o debate sobre sexo e gênero, de outro, o que ocorre, na verdade, é um complexo entrelaçamento impossível de ser desconsiderado. As pressões feministas acerca das desigualdades de gênero, da exclusão da mulher sobre a arena política e da internalização de um repertório machista nas práticas sociais tanto rotineiras quanto formais ganham espaço exatamente em um contexto de liberdade de expressão valioso para a democracia. Pensar os movimentos feministas de questionamento sobre a (não) participação política da mulher revela uma importante crítica àquela visão minimalista da democracia.

Em primeiro lugar, o debate feminista vem de uma construção oposta daquela majoritariamente transmitida pela cultura política tradicional, ou seja, vem de grupos de minorias que, na visão minimalista de democracia, não teriam relevância na construção de políticas. O que demonstra Sarti, por exemplo, sobre as conquistas feministas quanto da constituição brasileira de 1988 e a infiltração das questões feministas em assuntos profissionais, da saúde e da política partidária, é que questões não tradicionais e não elitistas foram levadas em conta. Em segundo lugar, a gradual intensificação e especialização do movimento feminista em combate à desigualdade de gênero também transparece a complexidade da dinâmica democrática. Longe de uma mera consolidação das instituições eleitorais, o peso das políticas de gênero pensadas a partir de pressões de grupos externos a uma democracia concorrencial “resignifica” o próprio alcance do conceito de democracia.

 

Referências bibliográficas

 VITULLO, Gabriel. “Transitologia, consolidologia e democracia na América Latina: uma revisão crítica”. Revista Sociologia e Política. n. 17. nov. 2001.

 SARTI, Cynthia Anderson. “O feminismo brasileiro desde os anos 1970: revisitando uma trajetória”. Revista Estudos Feministas, vol. 12, n. 2, maio/agosto 2004.

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Um comentário em “O que há entre Políticas de Gênero e Democracia?

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  1. Síndrome da mulher aranha ou da androfobia (arremfobia)

    Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político
    http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2013/06/a-invencao-da-sociedade-humana-pela.html
    Síndrome da viúva-negra ou da androfobia

    Emily não consegue chegar perto de um homem “Esse medo me perseguiu a vida inteira e nem sei explicar como e quando começou. Ainda sou virgem e não consigo me aproximar de homens, mas não sinto atração sexual alguma por mulheres”, conta Emily, 26 anos de idade. “Sei apreciar a beleza dos homens em fotos, mas é impossível para mim ficar em um quarto sozinha com um sem sentir medo”, explicou. As informações são do jornal The Sun. Esse tipo de fobia geralmente surge após alguma situação traumática de abuso, o que não é o caso de Emily. Ela apenas tem medo dos rapazes desde sua infância, a qual passou em uma casa com mulheres apenas – já que seu pai se separou de sua mãe quando tinha apenas 6 anos e nunca mais apareceu. Uma das primeiras lembranças da britânica em relação ao medo incontrolável vem de quando tinha 13 anos. “Eu tinha que assinar para receber um documento e um homem que eu não conhecia batia na porta para entregá-lo. Entrei em um estado tão intenso que minha irmã achou que eu estivesse com febre e me mandou deitar”, contou. Emily conta que começa a se sentir mal e quente, como uma febre normal e, depois, vem a falta de ar. Os ataques geralmente duram entre 10 minutos e uma hora. “Até para encontrar meus amigos, fazia questão de que eles viessem até minha casa para que eu não visse os pais deles”. “Eu sei que tenho que ter domínio sobre meu medo. Se não conseguir, penso em considerar uma inseminação artificial para poder ter filhos”. Disponível em (bloguedofirehead.blogspot.com/2011/06/androfobia.html )

    Síndrome da viúva-negra (espécie de aranha que devora o macho após ser fertilizada por ele)

    Algumas inúmeras mulheres que conheço, que convivi, sofrem desta síndrome, onde o homem é objeto do desejo para o acasalamento e nunca para o casamento. Depois de cumprirem com seu papel de banco de esperma, são descartados e as viúvas-negras vivem felizes para sempre com seus filhotes e a gorda pensão alimentícia do macho morto. Para mim que fui um dos descartados, digo que não é nada bom e desejável, ainda mais quando o divórcio nos separa dos filhos, nos jogando para uma geografia que não sonhamos, nunca quisemos e jamais ambicionamos. Depois que conseguem os filhotes e matam seus machos, a única opção plausível para os homens é administrar a separação dos filhos e organizar um jeito de vê-los constantemente, participar de suas vidas e adaptar às nossas vidas às deles. (Cláudio Nunes Horácio).

    Muitas mulheres não percebem que podem ter problemas com a convivência masculina. As que conseguem perceber qualquer problema com a convivência masculina podem desenvolver comportamentos violentos ou comportamento ansioso.

    Muitas tentam superar esta dificuldade no relacionamento fóbico com o macho tentando transformar o macho em uma simulação feminina. Geralmente tem uma imagem do macho totalmente oposta a imagem feminina, portanto, plausível de ser modelada e transformada em algo mais assimilável ao jeito feminino de ser. Assim estas dedicadas transfomadoras veem o macho como algo a ser trabalhado, lapidado e transformado em sua versão malcheirosa, cheia de espinhos no rosto, peluda, bruta, malvestida, barulhenta, áspera, grosseira, indelicada, insensível, desatenta, assim sonham em transformar o macho numa espécie de bambi doméstico para o seu desfrute, às vezes sem combinar isso antes, durante e depois do início da operação de transformação.

    Os papéis sociais que formam a categoria gênero, (e não são estanques), foram sendo construídos e reconstruídos de acordo com o contexto histórico, assim como os papéis do jovem / velho, pais / filhos, aluno / professor, marido / esposa, namorado / namorada, acho que já percebeu onde quero chegar, né… Papéis sociais refletem uma época, uma geografia, a trajetória histórica de uma comunidade, por isso as revoluções / reformas dos papéis são quase que obrigatórias e desejadas pelo inconsciente coletivo, (desculpe a aula de Sociologia), para quem não acredita nisso, serve a um necessário processo evolutivo inelutável.

    Papéis sociais são expectativas de comportamento da sociedade. Podem ser contraditórios, cooperativos, reforçados, criminalizados, reprimidos, reconstruídos, coercitivos, censuardos, reprovados socialmente, mas fazem parte do estatuto de pertencimento aos grupos e classes sociais, onde o indivíduo multifiliado pode e deve pertencer a diversificados grupos simultaneamente, e ter de prestar lealdade a cada um dos grupos e classes sociais em função destes papéis sociais, muitas vezes ocultando conflitos pessoais e alterando o seu comportamento em função destas lealdades primárias.

    Ninguém nasce feminino ou masculino. Esta condição de gênero, ou comportamento social é o resultado do treinamento obrigatório do estatuto social imanente ao estatuto de pertencimento à sociedade; este treinamento básico define o status social do indivíduo e a sua aceitação no grupo e na sociedade.

    Se voce é mulher e não gosta do jeito masculino, tenho uma péssima notícia para voce: a culpa não é masculina. Voce nasceu assim ou em algum momento de sua vida voce foi afastada da convivência com o sexo masculino, a figura do pai ausente está deixando uma lacuna em seu modelo de masculinidade afetiva, ou pode ter sido pior: voce provavelmente sofreu violência sexual masculina e isto é a pior de todas as experiências na vida de uma pessoa.

    Muitas gerações têm sido gestadas em série de famílias onde o pai fica ausente durante todo o ciclo de desenvolvimento dos infantes, isto significa que a única imagem e modelo destes filhos é o da mãe que substitui o pai ausente. Esta circunstância em algumas regiões do Brasil é tão frequente que as meninas desenvolvem um instinto de aversão e comportamento extremamente agressivo com os seus futuros parceiros porque já está introjetada na cultura que a mulher deve ser sempre o único referencial de uma família.

    O matriarcado está em alguns casos implantado em mais de cinco gerações sem sofrer descontinuidade, o que seria para alguns um problema, passa a ser um estilo de vida.
    “Paraíba masculina muié macho sim-senhor” de Luiz Gonzaga parece ser uma profecia que se autorrealizou nas cidades pequenas principalmente do Nordeste do Brasil, e em todas as favelas dos centros urbanos onde grassa a miséria e a pobreza. Em Brasília hove um tempo em que durante a campanha de erradicação das favelas, aqui chamadas invasões -(CEI daí o nome da maior cidade do Distrito Federal se chamar CEIlândia), os títulos de propriedades das casas e lotes distribuídos aos favelados serem nominais às mulheres e não ao casal ou ao marido.

    A Lei Maria da Penha, as Delegacias especializadas no atendimento à mulher são paliativos que tangenciam o problema sem resolvê-lo, qual seja: a ausência do pai em muitas gerações cultivou uma enorme aversão ao masculino nas camadas sociais pobres do Brasil, criando um hiato entre os homens e as mulheres, e este comportamento tende a ser reforçado por medidas punitivas.

    Mulheres mais fortes e protegidas dos homens ao invés da reconciliação dos pais com os filhos levam ao agravamento da síndrome da viúva-negra e da androfobia.

    Esta será a quadricentésima vez que leio um manifesto feminista e reproduzo este excerto sem ainda lograr uma refutação a altura! Aqui vai:

    “Bem que eu exultaria em concordar que a mulher chegou lá!

    Adoro torcer pelos oprimidos, até por solidariedade mecânica, pois sou negro e sei o que é isso.

    Os politicamente inocentes criaram um falso clima de que a mulher finalmente chegou lá!

    Quem dera que fosse verdade!

    Nós os negros e as mulheres temos uma enorme caminhada a percorrer para provarmos a nossa competência diante da dianteira do homem branco ocidental.

    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor Aviões Automóveis Computador Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados Helicópteros hélice Geradores elétricos Solda Elétrica Caneta esferográfica Máquina de lavar roupa Secadores de cabelo Chapinha elétria de cerámica Microprocessadores de semicondutor.

    Inventaram, descobriram a Física, Química Matemática Geografia Filosofia Psicologia Medicina Antropologia Sociologia Astronáutica Astrologia Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.

    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.

    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização.
    Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África; quanto devaneio..!

    Mulheres sensatas não culpam os homens por uma situação de opressão machista.
    Pergunte-se: porque somente agora as mulheres se descobriram oprimidas pelo machismo?
    Pergunte-se se existe algum fato na História da humanidade que comprove que o machismo existiu?
    Há duzentos anos passados a sobrevivência da espécie humana esteve dividida entre o macho e a fêmea humanos.

    A fêmea cuidava da prole e da subsistência doméstica e o macho caçava, lutava, trabalhava com as ferramentas que ele mesmo elaborava.
    O trabalho era tão penoso que a humanidade vivia escravizando povos mais desorganizados e civilizações menos providas para explorar as poucas fontes de energia disponíveis.
    Desde muitos milênios cortando árvores, quebrando pedras, arrastando e empilhando massas, o macho inventou as máquinas para ajudá-lo a trabalhar.
    Foi somente com a descoberta pelo macho da eletricidade, da roda, do parafuso, do plano inclinado, da alavanca, da roldana, do machado, da Geometria, da Química que foi possível substituir o trabalho escravo pelo trabalho das máquinas.
    Então a Inglaterra que fez a Revolução Industrial foi a primeira a combater a escravidão humana para espalhar as suas máquinas a vapor pelo mundo.
    Onde esteva a mulher todo este tempo, em que as guerras eram travadas olho-a-olho enfiando a espada e a lança no ventre do inimigo e carregando o mundo nas costas e no lombo dos animais?
    Respondo: sendo exploradas pelo machismo, em casa, cuidando dos filhos e da alimentação enquanto o macho opressor carregava o mundo com suor e sangue.
    O trabalho humano mudou muito hoje.

    Não existe a dependência da força bruta humana, as máquinas fazem quase tudo.
    É este mundo que as feministas reivindicam.

    Um mundinho sem trabalho braçal.
    Para justificar a sua histórica lerdeza e completo alheiamento da história da civilização a mulher vem culpar o macho por não ter participado deste progresso.
    A mulher foi durante milhões de anos privilegiada sendo poupada de todo o labor árduo e perigoso, foi protegida e sustentado pelo trabalho masculino pesado.
    Agora que o trabalho humano é atrás de uma máquina ou computador, quando até um paraplégico consegue dirigir uma carreta, um navio, um avião a mulher se apresenta toda faceira arrogando a sua condição de igualdade ignorando que o macho nunca foi nem será o seu algoz.
    Exigimos pedidos de desculpas às feministas, por essa falsa acusação.
    O Machões.

    25/09/2013 10h17 – Atualizado em 25/09/2013 10h17

    Lei Maria da Penha não reduziu morte de mulheres por violência, diz Ipea

    Instituto divulgou dados inéditos sobre violência contra a mulher no país.
    Crimes são geralmente praticados por parceiros ou ex-parceiros, diz estudo.

    Rosanne D’Agostino Do G1, em São Paulo

    566 comentários

    A Lei Maria da Penha, que entrou em vigor em 2006 para combater a violência contra a mulher, não teve impacto no número de mortes por esse tipo de agressão, segundo o estudo “Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
    O Ipea apresentou uma nova estimativa sobre mortes de mulheres em razão de violência doméstica com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

    saiba mais •’Lei Maria da Penha ainda não é o suficiente’, diz especialista
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    As taxas de mortalidade foram 5,28 por 100 mil mulheres no período 2001 a 2006 (antes da lei) e de 5,22 em 2007 a 2011 (depois da lei), diz o estudo.
    Conforme o Ipea, houve apenas um “sutil decréscimo da taxa no ano 2007, imediatamente após a vigência da lei”, mas depois a taxa voltou a crescer.
    O instituto estima que teriam ocorrido no país 5,82 óbitos para cada 100 mil mulheres entre 2009 e 2011. “Em média ocorrem 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma a cada hora e meia”, diz o estudo.

    Taxas de feminicídios por 100 mil mulheres, entre 2009 e 2011

    Nordeste

    6,9

    Centro-Oeste

    6,86

    Norte

    6,42

    Sudeste

    5,14

    Sul

    5,08

    Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

    O feminicídio é o homicídio da mulher por um conflito de gênero, ou seja, por ser mulher. Os crimes são geralmente praticados por homens, principalmente parceiros ou ex-parceiros, em situações de abuso familiar, ameaças ou intimidação, violência sexual, “ou situações nas quais a mulher tem menos poder ou menos recursos do que o homem”.
    Perfil das vítimas
    Segundo o estudo do Ipea, mulheres jovens foram as principais vítimas –31% na faixa etária de 20 a 29 anos e 23% de 30 a 39 anos.
    Mais da metade dos óbitos (54%) foi de mulheres de 20 a 39 anos, e a maioria (31%) ocorreu em via pública, contra 29% em domicílio e 25% em hospital ou outro estabelecimento de saúde.
    A maior parte das vítimas era negra (61%), principalmente nas regiões Nordeste (87% das mortes de mulheres), Norte (83%) e Centro-Oeste (68%). A maioria também tinha baixa escolaridade (48% das com 15 ou mais anos de idade tinham até 8 anos de estudo).
    As regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte concentram esse tipo de morte com taxas de, respectivamente, 6,90, 6,86 e 6,42 óbitos por 100 mil mulheres. Nos estados, as maiores taxas estão no Espírito Santo (11,24), Bahia (9,08), Alagoas (8,84), Roraima (8,51) e Pernambuco (7,81). As taxas mais baixas estão no Piauí (2,71), Santa Catarina (3,28) e São Paulo (3,74).
    Ao todo, 50% dos feminicídios envolveram o uso de armas de fogo e 34%, de instrumento perfurante, cortante ou contundente. Enforcamento ou sufocação foi registrado em 6% dos óbitos.
    Em outros 3% das mortes foram registrados maus-tratos, agressão por meio de força corporal, força física, violência sexual, negligência, abandono e outras síndromes, como abuso sexual, crueldade mental e tortura.
    “A magnitude dos feminicídios foi elevada em todas as regiões e estados. (…) Essa situação é preocupante, uma vez que os feminicídios são eventos completamente evitáveis, que abreviam as vidas de muitas mulheres jovens, causando perdas inestimáveis, além de consequências potencialmente adversas para as crianças, para as famílias e para a sociedade”, conclui o estudo.
    http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2013/06/a-invencao-da-sociedade-humana-pela.html http://professorrobertorocha.blogspot.com/2011/08/feminismo-ou-feminizmo.html

    Postado há 4th July 2011 por roberto da silva rocha

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